domingo, 28 de outubro de 2012

Estágio Supervisionada em Serviço Social é discutido

A UNIFESP/Baixada Santista discute o Estágio Supervisionado em Serviço Social na 3ª Edição do Fórum Estadual de Supervisão de Estágio em Santos



Participantes do III Fórum Estadual
A 3ª Edição do Fórum Estadual de Supervisão de Estágio em Serviço Social foi realizado no último dia 26 e contou com a presença de vários estudantes, supervisores de campo e supervisores acadêmicos. Além de representantes de entidades como a Associação Brasileira de Pesquisadores do Serviço Social (ABEPSS), do Conselho Regional de Serviço Social - Seccionais de Santos e São Paulo (CRESS), da Executiva Nacional dos Estudantes de Serviço Social (ENESSO). 

O Fórum contou ainda com a presença da professora da UNESP e representante da ABEPSS, Raquel Santana, que ficou incumbida de falar sobre o Trabalho e a Formação Profissional dos Assistentes Sociais. O evento estava programado pra acontecer em forma de seminário, mas acabou sendo realizado em forma de Roda de Conversa, onde as pessoas puderam se apresentar e propor temas para discussão. Após a apresentação de todos os presentes, a professora Raquel Santana fez um explanação sobre Trabalho e Formação e abriu para questionamentos, discussões e reflexões acerca do tema.

A professora Raquel santana fez uma análise histórica da profissão do assistente social e as condições de trabalho dos profissionais na sua atuação laboral. Falou sobre os desafios dos profissionais frente à realidade econômica e social do Brasil e as políticas públicas instituídas no país e os impactos que estas condições objetivam no cotidiano dos nossos usuários. Para a professora, nossa profissão nos põe na contramão a essa naturalização e padronização das relações sociais nas quais estamos inseridos. Ela ainda destacou a importância do diálogo e do debate da categoria com os organismos de representação. Para ela,  todas as questões apresentadas pelos participantes são reflexos da precarização do trabalho e dos limites institucionais em relação aos estagiários e à supervisão de estágio.

Discussões e reflexões sobre o Estágio Supervisionado
A importância do assistente social nos espaços de controle social para denunciar e apresentar a violação de direitos foi muito destacada pela professora Raquel Santana. Segundo ela, o assistente social pode, sistematicamente, relatar a violação dos direitos humanos. outro ponto evidenciado por ela foi a questão da dificuldade de capacitação dos profissionais. De acordo com a professora, capacitar-se não depende só do querer, mas das condições objetivas que se apresentam nesse processo. Em relação ao estágio supervisionado ela fez a seguinte ponderação: a ligação entre a teoria e a prática não é só responsabilidade do supervisor de campo, mas também do supervisor acadêmico e do espaço de formação profissional.

As discussões seguiram em clima de harmonia, mas com muitas críticas em algumas áreas. Questões como ética profissional e as limitações impostas pelas instituições, precarização do trabalho e o estágio como mão de obra barata, receio dos estagiários de se envolver com as atividades das instituições, aproximação da teoria e a prática, impedimento de participação de estagiários em atividades externas, intervalo de tempo maior dos encontros entre supervisores de campo e supervisores acadêmicos, maior aproximação entre os supervisores de campo e supervisores acadêmicos, mudança de governo e continuidade do processo de estágio deram o tom das discussões que se estenderam até o período da tarde. Na segunda etapa do Fórum, os participantes foram divididos em três grupos para discutir os desafios e estratégias dos supervisores de campo, supervisores acadêmicos e dos alunos no processo de estágio supervisionado.

Professora Raquel Santana da UNESP e da ABEPSS
De acordo com a relatoria do nosso grupo, não dá pra dissociar estratégias e desafios. Ao mesmo tempo que é um desafio, esse desafio se transforma em estratégia, e vice-versa. Eles são indissociáveis, complementares. Outro ponto levantado pelo grupo foi a importância de garantir uma agenda de discussões proposta coletivamente, com a participação também dos supervisores de campo e alunos das pautas desses encontros. Para a maioria dos integrantes do grupo, é preciso romper com a dinâmica de chamar supervisores apenas para ouvir, por parte da academia. Os supervisores de campo também precisam definir o que será discutido. Além disso, é preciso que haja a criação de novas metodologias possíveis para construção coletiva, como por exemplo, a educação popular, nos moldes defendidos pelo educador Paulo Freire. Os participantes também destacaram a importância a aproximação dos núcleos de estudos das universidades com os trabalhadores, usuários e com a população em geral, além do fortalecimento do conjunto de relações entre as universidades públicas e as universidades privadas. A definição do nosso papel enquanto supervisores de estágio e a qualificação do trabalho do assistente social também foi muito discutido e destacado como de grande relevância.




Saúde da População Negra é discutida na Região

A Saúde da População Negra na Região Metropolitana da Baixada Santista foi discutida em seminário regional realizado na cidade de Praia Grande.


Mesa de abertura do Seminário
O Comitê Técnico Regional de Saúde da População Negra da Região Metropolitana da Baixada Santista (CTRSPNRMBS), órgão da Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Diretoria Regional de Saúde  - Região Santos (DRS IX), em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde e o Conselho Municipal de Saúde, ambos de Praia Grande, realizaram seminário regional no último dia 25, no auditório da Secretaria Municipal de Educação de Praia Grande, na Vila Mirim. O evento também foi parte integrante das atividades alusivas ao Dia Nacional de Mobilização Pró-Saúde da População Negra, dia 27 de outubro. Essa data foi escolhida pelas organizações do Movimento Negro no Brasil para lembrar que, apesar dos avanços conquistados na área da saúde, as desigualdades raciais ainda persistem. 

Homenagem à Capoeira
Os objetivos principais do Seminário são os de discutir a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN) e apresentar dados sobre a Saúde da População Negra na Região Metropolitana da Baixada Santista (RMBS). Essa política tem o propósito de garantir maior grau de equidade no que tange à efetivação do direito humano à saúde, em seus aspectos de promoção, prevenção, atenção, tratamento e recuperação de doenças e agravos transmissíveis, incluindo aqueles de maior prevalência nesse segmento populacional e está fundamentada nas evidências das imensas desigualdades em saúde dessa população, expressando o compromisso do governo com a diminuição dessas desigualdades.

O evento contou com a participação do representante do secretário municipal de saúde da Praia Grande, de conselheiros estaduais da Comunidade Negra, o sr. José Ricardo e a sra. Aglai Viriato, além da presença do presidente e do vice-presidente do Conselho Municipal da Comunidade Negra de Praia Grande, sr. João José Nascimento Filho e o  Babalorixá Gladston Bispo, respectivamente. Diversas organizações e entidades do Movimento Negro também estavam representadas como  a Associação Cultural dos Afro-descendentes da Baixada Santista (AFROSAN), Educação para a Cidadania de Negros e Carentes (EDUCAFRO), Federação Nacional dos Orixás (FENORIXÁ) entre outras. Houve a participação também de representantes de universidades, escolas e secretarias de saúde da região. 

Após a mesa de abertura com as autoridades presentes, foi dado início às discussões. A primeira mesa ficou a cargo da psicóloga Marise Borges que fez um apanhado geral sobre as atividades do Comitê desde a sua instituição e em seguida apresentou a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, destacando ponto a ponto, artigo por artigo, a sua importância para a eliminação das desigualdade em saúde da população negra. Logo em seguida, o Professor Doutor Wilson Sabino fez uma apresentação com o Estudo Comparativo das Desigualdades Raciais ao Morrer no Brasil. A apresentação teve o objetivo de descrever o padrão de mortalidade da população negra, segundo raça/cor, no Brasil comparando com o Estado de São Paulo e a Região Metropolitana da Baixada Santista (RMBS). 

Professor Doutor Wilson Sabino
De acordo com os resultados do estudo apresentados pelo Dr. Wilson Sabino, observações no Brasil, quando comparados as outras regiões de estudo, na população raça/cor branca, maiores proporções de falecimentos nas doenças neoplásicas (18,4%). Já estre os negros as causas externas (14,4%), sintomas e sinais achados anormais (8,2%), doenças endócrinas nutricionais e metabólicas (6,4%) e as afecções originadas no período perinatal (4,5%). As maiores taxas de falecimentos encontradas na população negra na RMBS, quando comparada à branca também na RMBS, foram nas causas externas (58 por 100 mil hab.), doenças endócrinas e nutricionais e metabólicas (39,1 por 100 mil hab.), doenças do aparelho digestivo (39 por 100 mil hab.), infecciosas e parasitárias (36,3 por 100 mil hab.). O estudo conclui que, possivelmente, a desigualdade racial em saúde existente no país, constitutiva da polarização epidemiológica, estaria influenciando diretamente o atraso da transição epidemiológica, pois ainda além das doenças crônicas degenerativas, convive-se com causas de  morte típicas de países pobres e maior motivo de falecimentos entre a população negra quando comparada à branca. 

Homenagens recebidas pelo Comitê
Em seguida a Dra. Cláudia apresentou dados sobre a anemia falciforme e sua complicações para a saúde das pessoas e da importância da detecção precoce da doença nas crianças através do teste do pezinho, o que é determinado por portaria do Ministério da Saúde. A Dra. Cláudia ainda fez críticas severas ao poder público, especialmente ao da cidade de Praia Grande, em relação à disponibilização de medicamentos para a população não ter que se deslocar de Praia Grande até a cidade de Santos para tomar alguns tipos de medicamentos, injeções e vacinas. 

O evento foi marcado por diversas homenagens a algumas pessoas e entidades que se destacaram na luta por uma melhor qualidade de vida da população em geral e especificamente da população negra. Também contou com a participação de diversas atividades culturais como música, dança e capoeira. 



sábado, 27 de outubro de 2012

Oficina de desenho sobre o negro é realizada no CECON Arco Íris

Em comemoração ao dia 20 de novembro, Dia Nacional da Consciência Negra, é realizada oficina de desenho com idosos sobre o tema da África e a População Negra no Brasil 
  

Inicio dos trabalhos com a participação dos idosos
Com o tema População Negra no Brasil, no dia 25 último, o presidente da Associação Cultural dos Afro-Descendentes da Baixada Santista (AFROSAN) iniciou os trabalhos para a oficina de desenho sobre a África e a População Negra no Brasil. A oficina faz parte das atividades em comemoração ao dia 20 de Novembro, Dia Nacional da Consciência Negra, desenvolvidas pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Santos. 

O público escolhido para a realização dessa oficina foi os idosos atendidos pelo Centro de Convivência (CECON) Arco Íris, que atende idosos e idosas de várias idades. Esses idosos e idosas participam de diversas atividades desenvolvidas pela Educadora em Saúde, Cremilde Tavares.  

José Ricardo dos Santos (AFROSAN)
Foi um momento mágico essa oficina. Foi muito gratificante ver aquelas pessoas com tanta experiência de vida, todas em silêncio, ouvindo com muita atenção o que o sr. José Ricardo falava. Ao olhar para os rostinhos de cada um deles, tive a sensação de estar em uma sala de aula, com todos os alunos concentrados nos ensinamentos passados pelo mestre. Ora, se pensarmos direitinho, eles é que tinham muito a nos ensinar. 

Um dos momentos mais emocionantes foi quando uma das senhoras, ao ouvir o que estava sendo dito, relembrou da sua história e o quanto a questão do racismos e da discriminação racial interferiu na sua vida. Ela contou que a sua mãe sofreu muito com esse preconceito, que vinha do seu próprio pai. Segundo ela, era uma coisa que não entendi, que só veio entender quando estava mais velha. A fala do José Ricardo trouxe à tona uma série de sentimentos antes guardados, não esquecidos. Foi um momento emocionante. 

Idosas super concentradas e atentas às informações
Após a fala do palestrante e de algumas intervenções por parte dos participantes que fizeram algumas perguntas e questionamentos, falei sobre o livro sobre a mulher negra que estou lançando e expliquei sobre o objetivo do trabalho, que era o de discutir a questão de gênero e raça na nossa sociedade brasileira. Aproveitei a oportunidade para convidar a todas e todos para o evento do dia do lançamento. Todos ficaram muito entusiasmados com a possibilidade de participação nessa atividade de lançamento. 

Em seguida, a assessora técnica da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Santos, Sarah Jane Barbosa, falou sobre a importância do trabalho realizado naquele momento e explicou os objetivos da oficina de desenho. Segundo a assessora técnica, a produção da atividade será utilizada para uma exposição e criação de algum material que que faça alusão à questão racial e a saúde na nossa cidade. 

Momento de por a "mão na massa"
Após a palestra e as falas dos responsáveis pela oficina, foi exibido uma série de imagens que remetem à cultura negra para que os participantes pudessem se inspirar para produzir os desenhos. A professora de desenho, Sandra, montou uma mesa com diversos livros sobre a questão racial e fez uma apresentação destes para os presentes. Em seguida todos forram para as mesas, onde começaram a produção. 

Era incrível ver a alegria estampada no rosto de cada uma daquelas pessoas. mesmo com a idade que tinham, a maioria com mais de 60 anos, pareciam crianças fazendo descobertas sobre as coisas da vida. Pelo que percebi, as crianças de dentro daqueles idosos estavam mais vivas do que nunca. É muito bom poder vivenciar momentos como estes. Foi uma experiência incrível que vou levar pra o resto da minha vida. É realmente uma lição de vida o que esses idosos passam pra gente. Com sua energia contagiante e um humor muito intenso. Eles respiram e transmitem a alegria de viver.

CRESS discute a Questão Sindical

Conselho Regional de Serviço Social/Seccional Santos (CRESS/Santos) discute o Serviço Social e a Questão Sindical com profissionais da categoria.

Grupo de assistentes sociais discutindo a questão sindical
Assistentes Sociais se reuniram na tarde do último dia 20 para discutir  e refletir sobre o Serviço Social e a Questão Sindical. As discussões e reflexões foram provocadas pela professora Terezinha de Fátima Rodrigues, da Universidade Federal de São Paulo - Campus Baixada Santista (UNIFESP/BS), que fez um resgate histórico sobre a organização sindical dos assistentes sociais desde a década de 1940. Passeou pela criação da Associação Brasileira de Assistentes Sociais (ABAS) ressaltando que esta entidade não tinha caráter sindical.  

Na década de 1950 funda-se a Associação Profissional dos Assistentes Sociais, ainda não sindical, com um caráter mais cultural. De acordo com a professora, até os anos 1970 a questão sindical ficou fora dessas discussões. Na década de 1980, inicia-se no país a discussão sindical na categoria com o movimento dos bancários do ABC, servidores públicos e do fortalecimento da classe trabalhadora. Surgindo o que se  chamou de "novo sindicalismo", porque incluía nas discussões os trabalhadores e os patrões. 

Professora Teresinha de Fátima Rodrigues (UNIFESP)
Em 1978 é realizado o 1º. Seminário, que foi o 1º Encontro Nacional de Entidades Sindicais. Esse foi o primeiro movimento sindical do Serviço Social, com o apoio do Centro de Estudos Latino Americano de Trabalho Social (CELATS). Ainda em 1978, acontece o 2º Encontro Nacional. Já no ano de 1979, é realizado o 3º Encontro Nacional. De 1978 a 1983 houve um intenso debate e articulação dos assistentes sociais e a questão sindical. A classe se reconhece também como trabalhadores e com tal, precisa lutar por condições dignas de trabalhos e salários compatíveis com a sua atuação. 

No ano de 1983 surge a Associação Nacional dos Assistentes Sociais (ANAS), funcionado até o ano de 1988. Nos anos de 1990, com a fragilização dos trabalhadores e flexibilização das formas de trabalho, os sindicatos perdem as forças e a luta passa a ser por manutenção do trabalho ao invés da direitos trabalhistas. Em 1994, acontece a 6ª. Assembleia da ANAS. Em 1997 é realizado o Encontro Nacional de Organização Política, em Goiânia. Nessa ocasião surge a discussão sobre o sindicato por ramo (várias categoria que trabalham na mesma área, como por exemplo a área da Seguridade Social, onde trabalha a assistência social, a previdência e a saúde, o tripé da Seguridade Social) ou por categoria (cada categoria de profissionais com o seu sindicato específico). 

Da esquerda para a direita as assistentes sociais Renata
Cordella, Cintia Neli e Silvana 
A discussão era sobre a ideia de que se fosse por categoria, a luta ficaria pulverizada, enfraquecida, já o sindicato por ramos seria mais forme, já que agregaria outras categorias no movimento. Surge então a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Seguridade Social (CNTSS). Por conta dessas discussões, o movimento é dividido e dessa forma, em dezembro de 2000, surge a Federação Nacional dos Assistentes Sociais (FENAS), que foi a união de cinco sindicatos que se sentiram excluídos da discussão na época, porque defendia a luta do sindicato por categoria e não por ramo. A FENAS nasceu depois de um intendo debate na 1ª. Assembleia Nacional Sindical dos Assistentes Sociais. 

Segundo a professora Teresinha, o debate ainda é muito grande sobre a questão sindical e o Serviço Social. Para isso, será realizada no Rio de Janeiro, nos dia 30 e 31 de outubro, um Seminário Nacional para retomar essa discussão. Será um momento rico onde estarão presentes representantes das duas frentes, a de luta por ramo e da luta por categoria. Vamos aguardar os resultados desse encontro e verificar quais passos serão dados daqui pra frente. 


segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Ao Mestre com carinho


Hoje é dia do professor e quero fazer uma homenagem à todos os professores fazendo menção deste filme que conta a luta de um professor negro para cumprir sua missão de ensinar em meio de muitas adversidades.


Ao Mestre Com Carinho é um filme que relatou o dia-a-dia de um professor negro que veio de uma colônia britânica da América,lecionando para uma turma de adolescentes rebeldes numa escola pública da periferia de Londres em meados dos anos 60, no filme a classe fará de tudo para que ele desista da sua missão, como fez com os professores anteriores.


Sabemos que não é fácil ser professor hoje em dia, os desafios são bem maiores que antigamente, há muita violência e dificuldades para os professores no meio escolar,o salário de um professor não é um dos melhores, somente um dom explica a razão de muitos professores  ainda aceitarem esta missão.


Os professores possuem a capacidade de ensinar,eles têm o dom de ajudar as pessoas  a traçarem seus caminhos pelos estudos. Mas, de modo triste atualmente esta profissão vem sendo  aos poucos desvalorizada, poucos hoje em dia desejam se formar e se tornar professores porque grandes são os desafios e dificuldades.
Portanto como muita justiça foi escolhida esta data para comemorar o dia do professor, vamos então celebrar aqueles que sempre estiveram conosco e nos ajudaram chegar onde chegamos hoje.